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Guillaume Pelloux – Verão 2010
Guillaume Pelloux, nasceu em 1966 e vive em Toulouse, França. Arquivista de profissão, teve sempre um grande fascínio pela história, pelas personagens reais, mas também pela aparência da moda, a beleza dos corpos, por pôr em destaque as vedetas.
Durante muito tempo, foi um viajante imaginário que se refugiava num passado idealizado para apagar um quotidiano um pouco enfadonho. De repente, há dois anos, decidiu passar para o outro lado do espelho colando os seus sonhos na tela.
É notado pela imprensa francesa, por vários coleccionadores e por uma galeria parisiense que lhe propõe apresentar as suas obras na Primavera de 2010 para uma nova exposição baptizada «Confissão».
A pintura académica do século XIX, a fotografia a preto e branco do início do século XX até aos anos 60, mas também as correntes artísticas, tais como o barroco e o neo-classicismo participam na sua inspiração. Miscelânea de sensações e de imagens, o seu trabalho está impregnado de contrastes que revelam um gosto pelos efeitos dramáticos, a grandiosidade por vezes pomposa, a sobrecarga decorativa, mas também o romantismo, os tormentos do coração, da alma e a melancolia.
Em Évora, durante o Verão de 2010, ele apresentará 20 telas, criadas desde o início do ano, algumas das quais têm uma ligação com Portugal. Mais conclusivas, mais delicadas também nas suas harmonias de cor, elas testemunham uma nova etapa na sua demanda artística.
Guillaume Pelloux utiliza a técnica da colagem sobre tela, à qual acrescenta por vezes a pintura acrílica.
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